Final de ano exige mais atenção com a saúde

Este conteúdo é uma comunicação empresarial

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

21 de dezembro de 2016 | 10h44

São Paulo, SP--(DINO - 21 dez, 2016) - O ritmo mais intenso de trabalho, típico do final do ano, emite um alerta ao estresse dos trabalhadores que, nesta época, pode gerar ou agravar os desequilíbrios na alimentação, no sono e na saúde mental. O alerta é da Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional, que reúne as maiores empresas de medicina do trabalho do país.

"No final do ano há o risco do exagero: atividades de trabalho que podem exigir o aumento da jornada diária, os excessos na alimentação e, por vezes, na ingestão de bebidas alcoólicas, além da redução das horas de sono tão necessárias para a recuperação do organismo", destaca Paulo Zaia, diretor da AGSSO. Além do comprometimento da qualidade de vida do trabalhador e do custo para o Estado, há a perda de competitividade para as empresas. "Por isso é fundamental que o médico do trabalho alerte o trabalhador e a empresa assim que identificar os primeiros sinais do desequilíbrio na relação saudável entre trabalho e vida pessoal. Sanar as causas e investir em ergonomia, avaliando itens relacionados a organização do trabalho, pode evitar o desenvolvimento de doenças", destaca. "Muitas vezes as causas envolvem a distribuição das tarefas e os processos com que elas são tratadas nas organizações", descreve.

Sobre as alterações de saúde mental, encabeçadas principalmente pelos distúrbios de ansiedade, hoje são um dos maiores grupos de doenças a gerar afastamento previdenciários. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Previdência Social, transtornos mentais e comportamentais foram a quarta causa de afastamento previdenciário de janeiro a junho de 2016.

Mas o que nem todos lembram é que o estresse também é um fator benéfico ao desenvolvimento de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, seja ele profissional ou pessoal. "Os estímulos estão sempre presentes e é por isso mesmo que todos devemos investir no autoconhecimento contínuo e nas atividades de relaxamento do dia a dia, que trazem o equilíbrio mental e o bem estar", alerta Zaia.

Estimular o desenvolvimento pessoal dos trabalhadores, além de avaliar a implantação de programas de assistência ao empregado (EAP, em inglês), podem aumentar o grau de resiliência e a resistência aos momentos de maior stress na vida diária. Esses programas são suporte a desequilíbrios pontuais dos trabalhadores, e até de seus dependentes ? dependendo da abrangência da contratação do programa, atuando na área da psicologia, das finanças e até mesmo na área jurídica. Trazem orientações rápidas aos indivíduos e encaminham, caso necessário, a profissionais referenciados para solução dos problemas. Com isso as empresas esperam que o trabalhador tenha menos preocupações extra profissionais no horário do trabalho e, por consequência, atuem com a totalidade de sua capacidade e produtividade.

A AGSSO ? Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional - reúne as maiores empresas desse segmento que, juntas, cuidam de 2,5 milhões de trabalhadores, beneficiando um universo de 6 milhões de pessoas. Os serviços prestados pelas empresas associadas contribuem para a prevenção de doenças e de acidentes, criando ciclos positivos que começam com a segurança e saúde do trabalhador, elevam sua qualidade de vida, bem-estar e motivação, provocam melhoria da produtividade no trabalho e do clima organizacional, e trazem maior competitividade para as empresas.

Website: http://agsso.org.br

Mais conteúdo sobre:
ReleasesSão Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.