Gestor da área industrial de montadora utiliza a estratégia de coaching de carreira e muda para multinacional líder no setor de cacau

São Paulo--(DINO - 17 fev, 2017) - Em 2017, a produção de autoveículos no País deverá retomar seu crescimento de forma gradual, todavia tal crescimento não deverá sustentar-se por uma forte retomada do mercado interno brasileiro, mas sim pelo crescimento das exportações favorecida pela desvalorização do real.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

17 Fevereiro 2017 | 14h04

Essa tendência já se manifestou nos últimos meses do ano passado, de acordo com os dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) no acumulado de novembro e dezembro o resultado das exportações de veículos leves surpreendeu os analistas do mercado.

Para o mercado interno, as projeções de expansão do setor automobilístico em 2017 são bastante tímidas, tendo em vista a taxa de desemprego mais elevada no País, os consumidores estão mais cautelosos para a aquisição de automóveis através de financiamentos de longo prazo dada a instabilidade do emprego.

Já a categoria de comerciais leves deve apresentar crescimento e uma elevação da participação nas vendas de veículos leves, com uma gradual retomada da atividade econômica do País, redução da taxa de juros e reestabelecimento da confiança dos investidores, as empresas poderão elevar seus investimentos, elevando a demanda por veículos comerciais leves e caminhões.

Caminho doce para o cacau, que é a aposta mais ativa para 2017, prevendo que os futuros de Nova York devam fechar o ano em US$ 2.620 por tonelada, acima dos US$ 2.448 por tonelada que vêm sendo cotados.

Salientando a perspectiva de um segundo excedente mundial de produção até 2018, o Rabobank destacou o potencial para uma maior procura pelo produto, à medida em que as vendas de chocolate se estabilizam na Europa e nos Estados Unidos.

Além disso, o Rabobank também acredita que as vendas de chocolate deverão ser bastante atrativas para o mercado asiático.

Marcio Pereira CEO Latam da United HR Management Partners afirma que "diretores, presidentes e executivos de setores que estão em baixa na economia e que passaram décadas no setor tornaram-se overqualify (termo usado para executivos que ficaram no mesmo setor ou empresa muito tempo)" e precisam de estratégias para ir para setores que estão em alta na macroeconomia.

Adilson Fukuda depois de 20 anos do setor automobilístico na FORD como South America Construction & Facilities Engineering Manager, contratou a United HR para movimentar-se no mercado de trabalho e conseguiu a posição em uma multinacional franco-belga, a Barry Callebaut e será o novo Gerente de projetos.

A multinacional franco-belga Barry Callebaut é a maior fabricante de chocolate do mundo. A empresa mantém mais de 50 locais de produção no mundo e emprega mais de 9300 colaboradores empenhados e de diversas origens.

Para o CEO Latam da United HR Marcio Pereira, que é afiliado ao IOC instituo de coaching McLean Hospital -Harvard Medical School: "profissionais que trabalharam muito tempo em um setor que enfrenta dificuldades, precisam mudar para setores que estão em alta. Uma opção é a assessoria para sua recolocação com a ajuda de especialista em movimentação na carreira e uma profunda análise das suas habilidades e competência e também da economia".

"Consegui uma posição em uma excelente empresa e ambiente de trabalho. O cargo confere com minhas habilidades e expectativas de movimentação horizontal e vertical, com possibilidades de carreira internacional", afirma Adilson Fukuda que assumirá a Gerencia de projetos da Barry Callebaut.

Website: http://www.unitedhr.com.br

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