Metade dos aplicativos móveis não certificados contém fraude publicitária

São Paulo--(DINO - 15 fev, 2017) - Estudo revela a necessidade de engajamento dos profissionais de marketing em medidas protecionistas para anúncios em aplicativos

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

15 de fevereiro de 2017 | 16h16

São Paulo, fevereiro de 2017 ? A fraude de anúncios aparece em mais da metade (52%) dos aplicativos não certificados e em quase um décimo (8%) do tráfego de aplicativos certificados, de acordo com o novo artigo lançado hoje pela Sizmek, uma empresa aberta de gerenciamento de anúncios para campanhas multitelas. O estudo Fraude publicitária em aplicativos móveis revela o volume desconcertante de tráfego malicioso (manifestado como publicidade não solicitada ou não visível) que tem o potencial de aumentar os custos do anunciante e oferecer uma experiência negativa para os usuários ao reduzir a velocidade de conexão e consumir a bateria do aparelho móvel.

A Sizmek analisou aproximadamente 20 bilhões de impressões de aplicativos em dispositivos iOS e Android. No total, cerca de 24 mil aplicativos não certificados pelas lojas oficiais foram descobertos gerando tráfego malicioso. Além disso, apesar das lojas oficiais de aplicativos fornecerem uma camada de supervisão para evitar que apps fraudulentos se insiram no mercado, estes ainda conseguem se instalar em dispositivos móveis por meio de sites ou lojas de terceiros, onde desenvolvedores inserem produtos que aparentam ser sofisticados e muitas vezes "legítimos". A Sizmek encontrou instâncias de tráfego malicioso em aproximadamente 4 mil aplicativos certificados.

"Aplicativos não certificados se tornaram um lugar propício para fraude, por isso as marcas precisam estar atentas ao seu direcionamento móvel e às suas listas negras ao procurar por opções seguras para alcançar e impactar o público em campanhas para dispositivos móveis", diz Zach Schapira, gerente de marketing do produto da Sizmek. "Se um anunciante está destinando uma parte de seu orçamento para a publicidade no aplicativo, é importante que ele entenda que a atividade maliciosa não é discriminatória. Como resultado, é imprescindível que os anunciantes utilizem as medidas disponíveis de segurança da marca quando estiverem planejando suas campanhas".

Os principais dados adicionais incluem:

? Para dispositivos iOS, metade (50%) dos aplicativos não certificados baixados ilegalmente continha atividade maliciosa.

? Mais da metade (56%) de todos os aplicativos não certificados em dispositivos Android realizava atividade maliciosa.

? O AVG, um pacote de proteção comum, descobriu menos de um quarto (22%) de todos os aplicativos maliciosos e menos da metade (43%) de todo o tráfego malicioso em aplicativos não certificados.

Para ler este artigo completo, acesse go.sizmek.com/MobileAppFraudWhitePaper2016

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¹Um "aplicativo malicioso" é qualquer aplicativo que gera uma atividade publicitária maliciosa ou um tráfego que não é "normal" e que tem como propósito perpetuar a fraude.

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