O consumidor consciente faz diferença para o meio ambiente

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

16 de março de 2017 | 03h40

São Paulo - SP--(DINO - 07 mar, 2017) - A preocupação com o futuro do planeta é recente. No início dos anos 70, um grupo formado por cientistas, intelectuais e empresários, denominado Clube de Roma, discutiu a incompatibilidade entre o modelo de desenvolvimento vigente e o meio ambiente. Perceberam que, se o consumo dos recursos naturais continuasse a crescer naquela proporção o planeta não suportaria tal impacto.

Segundo a editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br), Vininha F. Carvalho, - "unir forças com os fornecedores para encontrar soluções mais ecológicas e socialmente responsáveis, permite às organizações, destacarem-se face à concorrência, além de criar valor".

Os modernos sistemas de gestão e de administração estabelecem claramente em seus preceitos que as ações de responsabilidade e de sustentabilidade socioambiental são, hoje, não apenas um diferencial a ser buscado e conquistado pelas corporações, mas, sim, atividades imprescindíveis a serem adotadas, incorporadas e desenvolvidas costumeira e sistematicamente por todas as áreas de atuação das empresas.

Na outra ponta, práticas ambientais corretas, gestão de recursos naturais explorados no processo de produção, respeito, transparência e lealdade com a concorrência fazem parte do espectro de critérios sociais e ecológicos na agenda diretiva da empresa, relativa ao seu desenvolvimento econômico e sustentável.

A sociedade está cada vez mais consciente e atenta ao conceito de desenvolvimento sustentável. Aquele capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações e sem esgotar os recursos para o futuro.

As empresas que desenvolvem uma gestão realmente comprometida com esta visão têm vantagens competitivas que podem, muitas vezes, aumentar sua rentabilidade.

Os consumidores aprovam esta iniciativa, na medida em que tais práticas se revertam em vantagens sustentáveis a todos, sejam de natureza humana preservativa e ambiental, sejam com melhoras sensíveis à vida cotidiana e do próprio planeta.

"Que tal se, no ato da compra, obtivéssemos informações sobre a origem do produto, seu processo de fabricação, uso de matérias-primas e condições de trabalho dos profissionais envolvidos na produção, entre outras? E mais, termos a preocupação sobre o que faremos com os aparelhos antigos, que abrirão espaço nas nossas salas para a chegada dos novos", enfatiza Vininha F. Carvalho.

Devemos sim consumir. Mas devemos também cobrar mais informações e transparência dos fabricantes sobre suas práticas sustentáveis, seja durante a produção ou na oferta de soluções para o correto descarte de tais produtos. Assim, teremos um cenário em que produtores coeficientes e consumidores conscientes desempenham papéis decisivos na busca pelo desenvolvimento sustentável.

Website: http://www.revistaecotour.tur.br

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