Ocorrência de doenças ocupacionais aumenta e gera prejuízos a empresas

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

11 de janeiro de 2017 | 17h45

Atibaia - SP--(DINO - 11 jan, 2017) - As doenças ocupacionais são cada vez mais frequentes e estão no topo do ranking de enfermidades que afastam os profissionais dos postos de trabalho. De acordo com dados do Anuário da Saúde do Trabalhador elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), mais de 180 mil trabalhadores estavam afastados do trabalho em 2014 por essa razão. Esses tipos de doenças representam diversos problemas as empresas como altas despesas, desde custos médicos e indenizações aos trabalhadores e famílias, até perda de produtividade e desgaste da imagem das empresas

A Doença Ocupacional é toda patologia recorrente da função que o trabalhador cumpre, enfermidades adquiridas pela exposição do colaborador sem a proteção adequada a agentes nocivos como radioativos, físicos, biológicos e químicos. Podem ser citados, como exemplo, empregados que desenvolvem câncer por contato com produtos tóxicos ou até serralheiros que apresentam problemas oftalmológicos por exposição a solda. Porém, as mais comuns são aquelas relacionadas aos sistemas respiratório, auditivo e as de pele, como: câncer de pele, asma ocupacional, dermatite de contato, Perda Auditiva Induzida por Ruído, entre outras.

A melhor prevenção a essas doenças ocupacionais é a proteção adequada, as empresas têm a obrigação de fornecer a todos os seus colaboradores Equipamento de Proteção Individual (EPI) de acordo com o nível de risco em cada tipo de serviço e orientá-los sobre a forma correta de uso. É imprescindível também, a fiscalização recorrente para que os equipamentos não sejam dispensados com o tempo.

Existe uma variedade enorme de equipamentos de proteção que podem ser utilizados nas empresas garantindo a segurança e manutenção da saúde dos colaboradores, como sapatos, botas e botinas, luvas e mangotes, abafadores de ruídos e protetores auriculares, óculos e viseiras, capacetes, cinturões e cintos de segurança e a AGN EPI oferece todo eles aos seus clientes em um só lugar.

O investimento em EPI, além de reforçar a segurança e qualidade de vida dos funcionários da empresa, podem auxiliar na redução de faltas ao trabalho e aumento da produtividade. Segundo pesquisa do Serviço Social da Indústria (SESI), com médias e grandes empresas a aplicação de tempo e dinheiro em segurança laboral reduziu o número de faltas em 48% delas, elevou a produtividade em 43,6% e em 34,8% houve redução de custos. De acordo com dados do mesmo estudo, a atenção da indústria brasileira a saúde laboral deve aumentar em 13,2% nos próximos cinco anos.

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