Procedimentos minimamente invasivos ajudam a diminuir as rugas

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

20 de dezembro de 2016 | 14h42

Florianópolis, SC--(DINO - 20 dez, 2016) - Manter a pele sempre jovem é uma preocupação que ocorre a homens e mulheres em diferentes fases da vida e, também, por diferentes motivações. Mesmo as pessoas adeptas de uma rotina diária de cuidados, como hidratação, esfoliação e proteção, não estão imunes aos efeitos do tempo e, eventualmente, se encontram perguntando o que fazer para diminuir as rugas. Ninguém está livre. Os sinais aparecem, mais cedo ou mais tarde, não importa o quanto a pele seja preservada.

"Isso acontece porque a pele, ao envelhecer, não possui mais o mesmo poder de elasticidade e renovação típicos da juventude. Aos poucos, ela vai perdendo o colágeno, que é o principal responsável pela firmeza dos tecidos", explica o cirurgião plástico Evandro Parente (CRM/SC 8130 | RQE 2674).

Diminuir as rugas com procedimentos minimamente invasivos é mais rápido, mais fácil e mais barato

Os procedimentos minimamente invasivos surgem, então, como soluções para retardar e amenizar as marcas do tempo. Tratamentos como peelings químicos, a laser e toxina botulínica encontram cada vez mais espaço nos consultórios e entre as pessoas que buscam diminuir as rugas e outros sinais do envelhecimento.

De acordo com Parente, a busca elevada por procedimentos desse tipo se deve a alguns fatores. "Para começar, os resultados são rápidos e bastante satisfatórios. Os riscos são muito mais baixos se comparados às cirurgias e o melhor é que a paciente pode voltar imediatamente para as atividades cotidianas depois do procedimento, não há período de internação ou repouso", explica. Geralmente realizados para o rejuvenescimento facial, flacidez e tratamento de manchas, os tratamentos podem ser suficientes para atingir o resultado desejado, pelo menos temporariamente.

Em linhas gerais, de acordo com Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), procedimentos minimamente invasivos são aqueles em que não é necessário realizar cortes ou grandes cortes. Dispensam o período de internação e têm poucas chances de resultar em complicações.

Outras vantagens são causar o mínimo de dor e possuir um custo bem menor do que o das cirurgias. "Apesar disso, é importante lembrar que os efeitos de muitos procedimentos minimamente invasivos têm duração de curto a médio prazo, e nenhum deles é definitivo", alerta o cirurgião plástico. Após um período, é preciso repeti-los para manter os bons resultados.

Na opinião de Parente, os procedimentos minimamente invasivos vêm mudando a maneira de ver a cirurgia plástica, por serem uma boa alternativa às cirurgias convencionais e promoverem resultados semelhantes em um curto espaço de tempo.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos. Apenas cirurgiões plásticos e dermatologistas estão aptos a realizá-los. "É melhor não se deixar levar por promoções e "pacotes" porque existe um perigo muito grande de estar trocando qualidade por preço baixo. É claro que o fator econômico é importante e deve ser levado em consideração pelos pacientes, mas é preciso ter cuidado", orienta Parente.

Website: http://clinicaparente.com.br/

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