SEPRORGS representa interesses da TI gaúcha em Brasília junto com Fenainfo

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

15 de dezembro de 2016 | 17h43

(DINO - 15 dez, 2016) - No último dia 06, o SEPRORGS, plataforma de negócios e representatividade para as empresas de TI do Rio Grande do Sul, junto da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), participou de uma mobilização nacional dos setores de serviços contra a intenção do governo em rever as condições da cobrança do PIS/COFINS, que seriam muito prejudiciais às empresas.

O evento realizado em Brasília foi recheado de importantes reuniões com deputados e senadores. O Presidente da Camara, Sr. Rodrigo Maia, recebeu os empresários e comprometeu-se em não aceitar/votar qualquer medida que vise aumentar as taxações sobre o empresariado.

Estavam presentes representantes de categorias como transportes, hotelaria e hospedagem, telecomunicações, segurança, asseio, tecnologia da informação e outros segmentos impactados.

O SEPRORGS percebe que muitas das pautas inerentes ao desenvolvimento do setor de TI estão sendo debatidas na capital federal, e assim indicou o diretor Administrativo da entidade, Rafael Sebben, para ser vice-presidente Regional da Fenainfo, que já conta com Edgar Serrano ? diretor Financeiro do SEPRORGS ? na presidência.

"Estando lá, podemos discutir pautas de nosso interesse. Na reunião estiveram presentes representantes de diversos setores da economia causando uma mobilização de grande representatividade. Por enquanto ainda é incerto o que poderá acontecer, mas não podemos deixar este importante tema de lado, o governo sentiu que estamos atentos e que não aceitamos aumentos da carga tributária", salienta Sebben.

A proposta, que visa unificar os dois impostos, foi apresentada pelo governo da então presidente Dilma Rousseff. A tendência, segundo o empresariado, é que o tema virá novamente à tona na gestão de Michel Temer. O temor do mercado é de que, ao invés de facilitar, a proposta complique ainda mais o complexo conjunto de normas tributárias brasileira e que, no fim, aumente ainda mais os impostos para as empresas.

Segundo Sebben, a TI começa a ter uma representatividade forte em Brasília. Questões como ICMS sobre software, imposto de renda da pessoa física sobre Participação nos Lucros e Resultados (PPR), terceirização de atividades fim das empresas, regulamentação da profissão no setor de Tecnologia, reformas na cobrança do ISS, desoneração ou oneração da folha de pagamentos, além das reformas Tributária e da CLT, deverão ganhar espaço no andamento das votações do Congresso já nos próximos meses.

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