Tomografia de Baixa Dose proporciona vantagens a pacientes

(DINO - 06 mar, 2017) - Está mais do que comprovado que a detecção precoce de alguns tipos de doenças pode fazer toda a diferença no sucesso do tratamento. O câncer de pulmão é um exemplo claro disso.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

06 de março de 2017 | 16h16

Um estudo americano chamado de The National Lung Screening Trial avaliou o uso de tomografia helicoidal de baixa dose para detectar precocemente o câncer de pulmão em pessoas com alto risco de desenvolver a doença (grandes tabagistas).

Nessa população, o exame conseguiu detectar em fase inicial a existências de nódulos e alterações que a radiografia não detectou. Assim, os médicos puderam fazer biópsia do tecido precocemente, identificando o tumor e podendo operar o paciente em fase inicial.

Como resultado, o estudo comprovou uma redução de 20% da mortalidade em casos de câncer de pulmão, o que é extremamente significativo para a medicina.

Além disso, a tomografia de baixa dosagem também é fundamental para descobrir doenças cardiovasculares e possibilidades de aneurismas.

A importância da Tomografia de Baixa Dosagem

O uso da Medicina Nuclear é muito importante nos dias de hoje. Seu uso teve início em 1895 com o raio x e evoluiu muito com o passar dos anos. Em 1970, surgiu a tomografia computadorizada, possibilitando diagnosticar uma série de doenças, graças à radioatividade, que traz imagens claras dos órgãos como cérebro, fígado, pulmões, rins e outros.

Porém, com a popularização da tomografia, a exposição das pessoas à radiação também aumentou. E, mesmo sem evidências diretas que comprovem a exposição à radiação ao aparecimento do câncer, o fato é que os casos de tumores malignos também aumentam a cada dia.

Assim, surgem alternativas aos exames de alta dose de radiação, como a Cintilografia Mamária de Alta Resolução e a Tomografia de Baixa Dosagem. São exames com doses menores de radiação, mas que permitem a obtenção de imagens certeiras e de alta resolução.

Outras medidas para diminuir a exposição do paciente à radiação

É necessário que os médicos e laboratórios se conscientizem do problema e passem a adotar medidas de segurança.

Modernizar os equipamentos é importante, para que fiquem sempre calibrados corretamente, reduzindo as doses de exposição da radiação ao paciente. Assim, os profissionais envolvidos no processo também são beneficiados. Afinal, em equipamentos tomográficos com tecnologia de ponta, utilizam-se bombas injetoras automáticas de contraste, fazendo com o que o profissional não seja exposto à radiação ionizante.

Os médicos também podem buscar alternativas de exames sem radiação, sempre que forem indicados. Exames com radiação precisam ser realizados de forma consciente.

Para mais informações sobre medicina nuclear ou sobre o exame de Tomografia Computadorizada de baixa dose , entre em contato com IMEB (Imagens Médicas de Brasília): http://www.imeb.com.br.

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