Marcos Santos/USP Imagens
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Investimento no Tesouro Direto chega a R$ 42,9 bi e é recorde

Comparado a fevereiro de 2016, o volume de recursos aplicados no programa registrou avanço de 53,2%

Agência Brasil, O Estado de S.Paulo

28 de março de 2017 | 12h18

Diante da segurança e da rentabilidade que oferece, o Tesouro Direto tem atraído cada vez mais investidores. Em fevereiro, o estoque de dinheiro aplicado no programa chegou a R$ 42,9 bilhões, maior valor da série histórica. Na comparação com fevereiro de 2016, o volume cresceu 53,2%.

O Tesouro Direto é um programa que permite ao cidadão aplicar em títulos da dívida pública brasileira. É possível investir a partir de R$ 30, e o investidor tem acesso a opções diferentes de papéis: um com juros fixos; um segundo é corrido pela inflação e um terceiro pela Selic.

Na prática, é como se o cidadão emprestasse dinheiro para o governo, para que ele financie o que for necessário durante determinando período. Em troca desse empréstimo, o investidor recebe juros.

Mais procurados. Os títulos mais demandados pelos investidores foram os indexados ao IPCA (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), cuja participação no volume total de investimentos atingiu 50,3%.

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