Na hora de viajar, compare taxas e serviços dos cartões pré-pagos

Produtos pré-fixados em moeda estrangeira protegem o consumidor das mudanças de câmbio, mas é preciso pesquisar em busca dos melhores serviços e tarifas

Mariana Congo, do Economia & Negócios,

18 de junho de 2012 | 16h01

Algumas vantagens de usar os cartões pré-pagos em moeda estrangeira em uma viagem internacional são: segurança contra perda e roubo, e proteção das flutuações de câmbio, pois a taxa é fixada no dia do fechamento do contrato.

Em comparação com os cartões de crédito, os pré-pagos também sofrem menor tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) desde março de 2011. O crédito tem IOF de 6,38%, enquanto o pré-pago de 0,38%.

Apesar dos atrativos, o turista que optar pelo cartão pré-pago em moeda estrangeira precisa ficar atento para não pagar caro pelo serviço.

Um levantamento de dados junto ao Banco Central (BC) sobre os valores médios das tarifas de operações de câmbio mostrou que os bancos privados mais que dobraram suas taxas no segmento. As tarifas para venda e compra de moeda estrangeira em cartão pré-pago de viagem acumularam aumento de 240% entre janeiro e junho deste ano, o mesmo vale para a emissão do plástico.

O mercado de cartões pré-pagos ainda é dominado pelas corretoras de câmbio, mas os bancos privados entraram com força nesse segmento desde o ano passado. Antes de fechar um negócio, pesquise e compare as opções de tarifas e serviços na concorrência.

A assessoria de imprensa do cartão American Express informou, após o fechamento da reportagem, que no Itaú Unibanco os valores máximos de recarga nas agências são de US$ 20.000, € 17.000 e  £ 12.000. 

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