Segunda eu não vou mais
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Segunda eu não vou mais

Quem nunca se desmotivou após ouvir o som do último programa noturno de domingo na sua emissora de TV habitual?

TEM- Teatro Empresarial Motivador, Media Lab Estadão
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29 de janeiro de 2021 | 09h00

Pedro Ramos, diretor de Recursos Humanos da TAP - Portugal, com anos de experiências em segundas-feiras compartilha um pouco do seu pensamento: 

"O tema da segunda-feira está completamente relacionado com a Felicidade Corporativa ou (melhor!) com a falta desta! Porém, na minha opinião é um mito urbano. Quando se é totalmente infeliz no trabalho (alerto que ninguém é completamente feliz dado que existem momentos mais e menos de felicidade em todos os casos…) é-se INFELIZ todos os dias da semana – incluindo o sábado e o domingo. Obviamente, a sexta-feira pode estar relacionada com uma pausa no trabalho, mas não numa pausa nessa infelicidade organizacional, pois esta será permanente! Cada vez mais, contudo, a Felicidade Corporativa ou Organizacional é multifatorial, pois depende de tudo e de todos!

E a síndrome de segunda-feira não passa de uma falsa sensação de recomeço! Quando, na verdade, deveria ser uma aposta (feliz) na continuidade… Nas empresas por onde passei o tema da segunda-feira infeliz não passava da possibilidade de manifestação de sinais de infelicidade permanente verbalizada, quando na verdade não queria dizer mais do que uma expressão assumida de “eu não tenho nada que contribuir para a felicidade desta empresa e, sobretudo, de mim próprio” A felicidade começa com cada pessoa da empresa contribuindo para a construção de uma felicidade comum. No fundo, TODOS são responsáveis pelas sextas-feiras de TODOS e, cada um, tem também um compromisso claro com sua própria segunda-feira e de passar isso aos outros." - Diz Pedro Ramos.

A verdade é que não importa o que as empresas façam se dentre essas ações não estiver a oportunidade de ajudar o colaborador a entender e compartilhar seus sentimentos e valores.

Segue um "spoiler" de uma história que está no programa do Happiness Mentality - Programa híbrido com o objetivo de empoderar colaboradores sobre o tema da felicidade.

Em um certo processo de seleção estava o recrutador  acompanhado de um assistente.

Chegou o primeiro candidato e a primeira pergunta do recrutador foi:

  • Como era a sua empresa anterior? 

O candidato respondeu:

  • Nossa, era terrível. As pessoas nada empáticas, um clima bem tenso e a liderança muito desalinhada com o propósito. Um dos motivos que preferi sair. 

Imediatamente o Recrutador completou:

  • Esta empresa também  é assim. Acho inclusive que terá os mesmos problemas. 

O assistente ficou perplexo. Silêncio breve na sala. A entrevista seguiu, o recrutador agradeceu e pediu que viesse o segundo candidato e lhe fez a mesma pergunta sobre a empresa anterior.

O segundo candidato respondeu:

  • Pois é! A empresa até tinha seus problemas, mas era um local muito bom. As pessoas estavam sempre em busca da melhoria, os líderes estavam ocupados em crescer junto. Tive que sair por causa da mudança de moradia pois meu cônjuge foi transferido.

            E o recrutador imediatamente completou:

  • Nesta empresa também é assim. Estão todos em busca de autoconhecimento, evolução e melhoria de soft skills.

            O assistente não entendeu aquela resposta tão diferente sobre a mesma empresa e    ao final da entrevista indagou o recrutador que calmamente respondeu:

  • A verdade é que quem define como é a empresa e seus colegas é o ponto de vista e o olhar de quem trabalha nela. Quando se deseja melhorar um ambiente, o exercício passa a ser constante, colaborativo e comprometido, não importa o que eu diga sobre a empresa. 

Essa pequena história fala sobre a construção de um ambiente positivo.  Se a pessoa está sempre insatisfeita pode ser que o problema seja a forma como ela está reagindo às próprias emoções e isto é totalmente treinável.

Miguel Lambertini - Ator, formador do Programa Happiness Mentality Portugal e autor da música título deste conteúdo, divide seu pensamento sobre a segunda e outros dias da semana: 

"Há uma coisa que felizmente ainda todas as empresas têm em comum: são as pessoas. Se calhar daqui a uns anos vamos ser todos substituídos por robôs, mas até lá o verdadeiro desafio das organizações é garantir que os seus colaboradores sejam menos autômatos e cada vez mais orgânicos. Para isso acontecer é necessário empoderar os colaboradores através de ambientes de trabalho positivos, que otimizam a produtividade, aumentam o envolvimento e inspiram a criatividade. Uma coisa que eu percebi, mais tarde do que gostaria, é que dificilmente o trabalho dará frutos se não for algo que te preencha verdadeiramente. O que é que te move, qual é a tua missão, o que te faz levantar todos os dias? Descobrir e abraçar o nosso propósito faz toda a diferença, porque é o que nos motiva a ser mais focados, mais úteis - a nós próprios e aos outros - e no limite mais felizes. Por isso “segunda não vou mais” é um apelo ao inconformismo e a seguir sempre as nossas convicções. Segunda não vou mais adiar o meu futuro, não vou mais arranjar desculpas para procrastinar, não vou mais insistir no que não funcionou até agora. Vou ser uma fonte de inspiração, um difusor de positividade, um embaixador de boas energias. A segunda-feira tem tido má publicidade, mas para nós é o melhor dia da semana". 

Separamos algumas sugestões importantes para a redução da SÍNDROME DA SEGUNDA-FEIRA  INFELIZ : 

  1. Se você não gosta da sua atividade profissional procure dividir isso com alguém de sua confiança e crie planos para transição de carreira, busque ajuda.
  2. Identifique se o seu desconforto está no local (ambiente físico) ou setor da empresa.
  3. Identifique se a visão, missão e os valores da empresa são compatíveis com os seus.
  4. Resgate em sua memória e faça uma lista dos pontos positivos e atraentes da empresa.
  5. Evite reclamar, principalmente em público. Manifeste de maneira assertiva seus pontos de desconforto com seu gestor.
  6. Lembre-se que ninguém é obrigado a ocupar determinada função em determinado local de empresa. Sempre temos opções e a velocidade das transformações depende exclusivamente do planejamento, preparação e ação de cada um.
  7. Não trabalhe no duro, trabalhe feliz. Seja viciado em bom humor e histórias positivas.
  8. Um lema interessante para 2021: Segunda não vou mais trabalhar do mesmo jeito se estiver infeliz.

 

 Clipe da música : Segunda não vou mais  - Gravado no Hotel Corinthia Lisboa 

 

 

 Abbadhia Vieira - Diretora de Conteúdo - TEM - Teatro Empresarial Motivador   www.tem.art.br

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