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Ministro-chefe da Casa Civil diz que quanto mais a reforma demorar, mais pesada será

Segundo Eliseu Padilha, Previdência será votada assimque encerrada a intervenção federal na área de segurança no Rio

Fabrício de Castro, O Estado de S.Paulo

20 Fevereiro 2018 | 22h37

BRASÍLIA - O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou na noite desta terça-feira, 20, que quanto mais a reforma da Previdência demorar, "mais ela será pesada". Segundo o ministro, a reforma será votada assim que encerrada a intervenção federal na área de segurança no Rio.

Durante o período de intervenção, que está prevista para terminar em 31 de dezembro, não podem ser votadas propostas de emenda à Constituição.

Questionado por jornalistas sobre a chance de a intervenção terminar antes do fim do ano, caso a situação no Rio melhore, Padilha não descartou a possibilidade. Se isso ocorrer, segundo ele, a reforma da Previdência será o primeiro assunto a ser tratado.

Padilha foi questionado ainda a respeito de declarações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a respeito dos 15 projetos prioritários do governo, anunciados na segunda-feira, 19, para substituir a reforma da Previdência. Maia afirmou que a pauta "é um café velho e frio, que não atende à sociedade". De acordo com Padilha, as propostas dizem respeito "a projetos que já estão em andamento". "A intenção agora é esquentar", reconheceu.

A respeito da intervenção no Rio, Padilha afirmou que não está no horizonte buscar poder de polícia para os militares. "Poder de polícia fica com a polícia", afirmou.

O ministro participou da posse da nova diretoria da Frente Parlamentar Agropecuária, em Brasília. A deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) assumiu a presidência da entidade. Maia e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), também compareceram ao evento.

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