Alan Santos/AFP
Alan Santos/AFP

Petrobrás vai propor 1º ciclo de reajuste em 60 dias, diz Guardia

Depois desse prazo até o final do ano, os reajustes serão mensais, explicou o ministro da Fazenda

Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo

28 Maio 2018 | 00h19

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, explicou ao Estadão/Broadcast que o primeiro ciclo de reajuste dos preços pela Petrobrás ocorrerá em 60 dias. Depois desse prazo até o final do ano, os reajustes serão mensais.

Esses são os termos do acordo negociados com os caminhoneiros para garantir uma redução de R$ 0,46 no preço do diesel nos próximos dois meses. O programa total de subsídio dos preços até o final do ano vai custar R$ 9,5 bilhões.

++ Novo acordo de Temer com caminhoneiros terá edição de 3 MPs; veja medidas anunciadas

Segundo ele, a Petrobrás não será prejudicada porque fará uma fórmula de cálculo que vai considerar toda a evolução ao longo do período e o que a companhia não elevou de preço e vai aplicar a regra normal e incorporar essa diferença no próximo reajuste.

"Não existe preço tabelado. O que existe é um intervalo de tempo superior que não vai ser mais de um dia e passará a ser no primeiro ciclo 60 dias e depois 30 dias", explicou. A volatilidade de preços entres esses períodos será incorporada no próximo reajuste. A proposta será submetida ao Conselho de Administração da empresa, mas o governo já conversou neste domingo com o comando da empresa.

++ Medidas custarão R$ 10 bi e desconto no diesel chegará às bombas, diz Marun

O ministro disse que não conversou nas reuniões deste domingo sobre o custo da medida de isentar a cobrança de pedágio de caminhões vazios nas rodovias. "O pedágio é estadual. O pedágio a gente já não cobra na rodovia federal e o nosso entendimento é que não pode ser cobrado na estadual também", disse. 

Greve dos Caminhoneiros AO VIVO

Acompanhe aqui outras notícias sobre a greve dos caminhoneiros minuto a minuto.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.